Balança comercial de Anápolis movimenta US$ 1,8 bi, com a China na frente

Claudius Brito – A balança comercial de Anápolis registra uma movimentação de cerca de US$ 1,8 bilhão, no período de janeiro a julho desse ano, segundo levantamento feito pelo Mídia1 junto à plataforma de comércio exterior do Ministério de Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Esse resultado combina o volume das exportações no período, cerca de US$ 142,4 milhões e das importações, também na mesma avaliação, com cerca de US$ 1,6 bilhão.

Em relação ao mesmo período (janeiro-julho) de 2024, as exportações por Anápolis registraram um incremento de 166,2%. Já as importações cresceram 31,6%. A corrente de comércio (exportações + importações), registrou 37,3% de alta.

As importações tiveram o maior volume para a série histórica do acumulado de janeiro a julho, desde 2016. Nas exportações, foi o segundo melhor resultado da série.

De acordo com o levantamento, Anápolis ocupa o 1º lugar entre os municípios que mais importaram em Goiás no período. No ranking nacional, o município é o 24º colocado.

A participação de Anápolis nas importações de Goiás bateu na casa de 46,8%. No Brasil, 0,9%.

Nas exportações, Anápolis aparece como 15º lugar no ranking goiano e 261º no nacional. A participação nas exportações do Estado é de 1,9%. Nas exportações nacionais, de 0,07%.

Parceiros

Considerando ainda o período de janeiro a julho/2026, os principais destinos das exportações feitas por Anápolis foram: Espanha (14,9% de participação), Romênia (8,7%), Indonésia (7,7%), Suécia (7,2%) e Portugal (7,2%).

Nas importações, os principais fornecedores foram: China (44,9%), Alemanha (19,0%), Suíça (12,3%), Japão (5,7%) e Índia (4,5%).

Na corrente de comércio (exportações + importações), a China se destaca com 41,8% de participação, seguida pela Alemanha (17,4%), Suíça (11,3%), Japão (5,4%) e Índia (4,6%).

Produtos

Na balança comercial de Anápolis, a pauta de exportações tem destaque para: – Tortas e outros resíduos sólidos da extração de óleo de soja (65,6%); – Óleo de soja e respectivas frações, mesmo refinados, mas não quimicamente modificados (9,2%); – Turborreatores, turbopropulsores e outras turbinas a gás; – Álcoois acíclicos e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados ou nitrosados (5,7%).

Nas importações, a pauta traz os seguintes destaques: – Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos, profiláticos ou de diagnóstico; antissoros; produtos imunologicamente modificados;vacinas; toxinas; culturas de microorganismos (31,1%); – Partes e acessórios de veículos (17,8%); – Medicamentos; – automóveis de passageiros (3,7%).

Com informações de plataforma do MDIC
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