Construção civil movimentou cerca de R$ 15,9 bilhões em Goiás, aponta pesquisa

O setor da construção civil movimentou cerca de R$ 15,9 bilhões em Goiás, só no ano de 2024, conforme revela a Pesquisa Anual da Indústria da Construção – PAIC, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Essa pesquisa, vale ressaltar, traz um raio-x de um dos mais importantes setores da economia.

Conforme o levantamento, em 2024, Goiás tinha 2.741 empresas atuantes na construção. Esse número considera as empresas que tinham de cinco a mais pessoas ocupadas.

O número de pessoal ocupado, que é um outro recorte da pesquisa, revela que o estado tinha 68.982 pessoas trabalhando no segmento até 31 de dezembro de 2024. O valor de salários, retiradas e outras remunerações foi na casa de R$ 2,7 bilhões.

A pesquisa traz também que os custos das obras e/ou serviços da construção foram estimados em R$ 5,5 bilhões.

Os R$ 15,9 bilhões movimentados em 2024, foram em valores referentes a incorporações, obras e/ou serviços da construção. Essa movimentação coloca Goiás em 9º lugar no ranking dos estados brasileiros, incluindo o Distrito Federal. São Paulo ocupa o topo desse ranking, com R$ 125,363 bilhões.

Em relação ao número de empresa atuantes, Goiás tem o 8º lugar nacional, com 2.741. São Paulo, líder também nesse recorte, possuía no ano pesquisado, 21.286 empresas atuantes.

Goiás X Centro-Oeste

Na região Centro-Oeste, Goiás lidera o recorte sobre valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção, com R$ 15,9 bilhões, seguido por: Distrito Federal (R$ 10,2 bilhões); Mato Grosso (R$ 9,7 bilhões); Mato Grosso do Sul (R$ 6,5 bilhões). O valor total na região foi de R$ 42,3 bilhões.

No caso de Goiás, os valores de incorporações, obras e/ou serviços da construção tiveram a seguinte subdivisão: – R$ 6,4 bilhões (construção de edifícios); – R$ 6,0 bilhões (obras de infraestrutura); – R$ 3,5 bilhões (serviços especializados).

Brasil

A PAIC destaca que, em 2024, no Brasil, o valor de incorporações, obras e/ou serviços da construção giraram em torno de R$ 522,5 bilhões. O total de pessoal ocupado foi de aproximadamente 2,5 milhões. Já os salários, retiradas e outras movimentações giraram R$ 95,6 bilhões na economia nacional.

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