STF em crise…Durma-se com esse barulho!

Claudius Brito – Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, afirmou que crise deverá ser contornada com serenidade. Mas, não está fácil e continua o rebuliço em Brasília. Por aqui, o prefeito Márcio Corrêa (PL) está afinado com Daniel Vilela (MDB).

Serenidade

Essa foi a palavra-chave da nota divulgada pelo ministro Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), acerca dos fatos envolvendo as conversas do ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, que vieram à público por iniciativa do também ministro do STF, André Mendonça.

“Os indícios reclamam o devido encaminhamento institucional. Circunstâncias relacionadas, de um lado, à atuação processual e, de outro, a sérios elementos de fatos que exigem desta Presidência serenidade, responsabilidade e firmeza”, destacou Fachin na nota. E

le a conclui afiançando que “após concluída a análise necessária dos fatos e observados os procedimentos institucionais pertinentes, esta Presidência anunciará, no tempo devido e sem precipitação, as medidas cabíveis e necessárias”.

É aguardar….!

Tem dúvida?

Dúvida nenhuma! O prefeito

(PL) está afinadíssimo com o projeto da candidatura à reeleição de Daniel Vilela (MDB). Mesmo com o imbróglio recente envolvendo seu partido, o chefe do Executivo anapolino confirmou o apoio, através de um vídeo gravado na presença do próprio candidato. Nesse vídeo, Corrêa lembra que Vilela, então vice-governador, foi parceiro de primeira hora nos primeiros dias de seu gestão.

E lembra, ainda, que a história que tem com Daniel vem de antes de iniciar o governo. Antes de filiar-se ao PL para disputar a Prefeitura de Anápolis, Corrêa era dos quadros do MDB, partido de Daniel, que foi um dos incentivadores de seu ingresso na carreira política.

Então, fica assim!

Deepfake

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu os critérios para caracterizar um conteúdo como deepfake nas Eleições 2026. Por maioria, decidiu que a transmissão de convenção partidária pela internet não configura, por si só, propaganda eleitoral antecipada.

Com base nesse entendimento, rejeitou o pedido de multa contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) pelo uso de um vídeo que recriou, com inteligência artificial (IA), a imagem e a voz do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

O TSE estabeleceu que deepfake é o conteúdo sintético produzido ou manipulado por inteligência artificial ou tecnologia equivalente que apresente grau de realismo ou verossimilhança e crie, reproduza ou altere a imagem, a voz ou a manifestação de pessoa viva, falecida ou fictícia. Firmou-se entendimento que a proibição do uso de deepfake nas eleições exige que o conteúdo seja caracterizado como propaganda eleitoral.

Cola eleitoral

A eleição desse ano exigirá um esforço a mais dos eleitores e eleitoras, devido ao número de cargos em disputa. Sendo assim, será necessária uma “colinha” para colocar os números na urna eletrônica na sequência certa.

O TSE, inclusive, não só reconhece, como também incentiva o eleitor a fazer a cola e tem até, no site, um modelo que pode ser impresso para que o eleitor faça a anotação dos números para levar na cabina de votação. E reforça a proibição de adentrar com telefone celular na urna eletrônica.

Dessa forma, o melhor mesmo é fazer a anotação manual.

Na ordem, o eleitor (a) vai votar para os cargos de Deputado Federal (4 números); Deputado estadual (5 números); Senador- 1ª vaga (3 números); Senador- 2ª Vaga (3 números); Governador (2 números) e Presidente (2 números).

  • 8 de Setembro – Último dia para os partidos efetuarem a distribuição dos recursos públicos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário às candidaturas de mulheres, de pessoas negras e de indígenas.
  • Renan Santos, do Missão, acabou surfando na decisão do ministro Dias Toffoli, que havia “cassado” alguns meios de o candidato fazer campanha, pelo não registro de redes sociais.
  • Porém, a polêmica da medida acabou sendo “engolida” por outro abalo no STF, que foi a divulgação das conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

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