IBGE divulga a prévia da inflação de fevereiro na capital goiana. Veja os “vilões”

A estatística do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra o que, na prática, a população está sentindo no bolso: a carestia.

A prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) para o mês de fevereiro foi de 0,99%. Maior que a variação de janeiro (0,53%). Portanto, um incremento de 0,46 p.p na comparação.

No Brasil, o IPCA-15 de fevereiro foi de 1,23%, contra 0,11% apurado em janeiro. Na comparação, alta de 1,12 p.p.

Goiás, entre os 11 locais pesquisados pelo IBGE, apresentou a menor variação mensal do IPCA-15 em fevereiro (0,99%).  A maior foi registrada em Recife (PE), com variação de 1,49%. Bem acima da nacional, inclusive.

Na capital goiana, os dados do IBGE mostram que entre sete dos nove grupos pesquisados apresentaram alta na prévia da inflação de fevereiro, sendo que os principais destaques foram os grupos de Educação (variação de 5,22%); Habitação (variação de 4,29%); Alimentação e bebidas (0,54%) e Transporte (0,21%).

A análise por itens e subitens de consumo mostram variações mais altas em Energia elétrica residencial (13,61%); Cursos regulares (6,43%); Combustíveis de veículos (1,19%); Aluguel e taxas (1,46%); bebidas e infusões (2,82%).

Entre os subitens, destacam-se: Ensino médio (12,05%) e Ensino Fundamental (10,36%); Pré-escola (9,57%); Café moído (8,23%); Tomate (9,65%).

Nos subitens destacam-se as quedas: Passagem aérea (-26,67%); Cinema, teatro e concertos (-7,92%); Óleo de soja (-2,84%).

Sobre o IPCA-15

O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor – SNIPC produz contínua e sistematicamente índices de preços ao consumidor. Com divulgação na Internet iniciada em maio de 2000, o IPCA-15 difere do IPCA apenas no período de coleta, que abrange, em geral, do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e na abrangência geográfica.

Atualmente a população-objetivo do IPCA-15 abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes em 11 áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, as quais são: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

Com informações do IBGE
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