Conjuntura Volume 5: A Indústria de Goiás- Números & Fatos

Por Claudius Brito – Durante o governo de Mauro Borges (1961 a 1964), foi criado o Plano de Desenvolvimento de Goiás (PDEG), também conhecido por Plano MB, que era inspirado no Plano de Metas do, então, presidente Juscelino Kubitscheck.

Foi dentro desse planejamento que o governo da época começou a criar órgãos e secretarias vinculados a um planejamento de desenvolvimento econômico e de modernização do Estado, vislumbrando um cenário que possibilitasse tirar Goiás da atividade primária, ou seja, da condição de mero produtor de matérias-primas.

Para agregar valor às matérias-primas, portanto, o caminho era a industrialização.

A política para a construção de distritos agroindustriais em Goiás teve o seu ápice no ano de 1973, no governo de Leonino Caiado, com o advento da Lei nº 7.700, que previa isenções de impostos e criava a Superintendência de Distritos e Áreas Industriais, que ficaria responsável por escolher os locais e dotar de infraestrutura necessária para acolher as plantas industriais.

A partir de meados da década de 80, na gestão de Íris Rezende, o governo goiano adotou uma política mais agressiva de incentivos fiscais, a partir da Lei nº 9489/1984, que criou o Fundo de Fomento à Industrialização (FOMENTAR), que substituiu o Fundo de Expansão da Indústria e Comércio (FEINCOM), oriundo da lei nº 7.700.

Depois veio o PRODUZIR (Lei nº 13.591/2000), na gestão Marconi Perillo, dando uma repaginada na política de incentivos fiscais, com o intuito de oferecer mais competitividade ao Estado na busca de investimentos para a geração de empregos, rendas e divisas.

Essa rápida abordagem histórica revela que o Estado tem uma indústria jovem e pujante.

O Boletim Conjuntura Anápolis-Volume 5, traz um especial sobre a indústria de Goiás, com dados estatísticos e matérias relacionadas, que vão mostrar a importância que o setor tem para Goiás e o Brasil.

Distrito Agro Industrial de Anápolis- DAIA

Deixe um comentário